Três amigas que vivem juntas e que por não estarem satisfeitas com tanta coisa que fazem durante um dia, resolveram criar uma história para compartilhar com você (:
Catching Elephant is a theme by Andy Taylor
E lá estávamos nós, na rua, andando. Eu estava com um vestido meio soltinho, uma rasteirinha e os cabelos soltos. A Gábi estava de vestido também, um pouco mais acentuado no corpo, rabo de cavalo e uma maquiagem suave e o Felipe, ah, ele estava lindo, uma bermuda verde musgo e uma camisa gola V.
Ele sabia como mexer comigo, como me atrair. E nós iamos conversando, conversando.. até que plantou um silêncio. O felipe estava atendendo o celular e a Gábi aproveitou para dizer o que eu temia ouvir.
E sussurrou no pé do meu ouvido: Amiiga, você quer ele né?
eu fiquei meio tonta, mas já esperava: Meu Deus, ta tão na cara assim?
ela me tranquilizando: não, ainda não, é porque eu te conheço po. Mas a partir de agora cuidado, tenta disfarçar, se não ele vai se tocar rapidinho.
e eu meio que desesperada acenei com a cabeça e completei: Tá, valeu, e me ajuuda quando eu fizer besteira!
e ela disse rapidamente: Sempre - e nos viramos pro Felipe que já estava nos levando na rua da casa da festa.
Chegamos na casa, parecia uma reuniãozinha simples. Um churrasquinho, muita bebida, muita mulher, muito homem, estava proporcional. Gente na piscina, afinal estava um inferno de tão quente. Eu e a Gábi estavamos meio que isoladas, mas logo nos enturmamos,com a ajuda do Felipe e eu procurei evitá-lo de todas as formas, nao podia transparecer o meu desejo. E quando tudo estava indo bem, foi que eu percebi que podia melhorar ou piorar de vez…
Fomos para a piscina logo em seguida e conversamos muito, como de costume, e ela acabou me contando que o Edu mais uma vez aprontou, mas como havíamos prometido, deixamos o passado no passado e fomos viver o presente, que estava sendo bastante genoroso comigo. O dia foi até maneiro, a Clara nos tratava super bem e os coroas estavam se divertindo à beça. Nunca ouvi tanta gargalhada, mas isso nao me interessava, eu fiquei de olho mesmo foi no tal menino de mais cedo e ele, que eu ainda nao sabia o nome, tinha sumido. Ele reapareceu na hora do jantar -para meu alivio- e se sentou comigo e com a Gábi depois da refeição e conversamos um pouco. ele: Poxa, estamos aqui conversando e eu nem me toquei que eu nao sei o nome de vocês. Gábi: é verdadee - risos- Bom, eu sou a Gabriela, mas me chama de Gábi e essa é a… e eu cortei a Gábi desesperadamente, como se ele fosse uma barra de chocolate e ela estivesse pegando o ultimo pedaço e disse: Ana Luiza, mas ninguém me chama assim, afinal nome composto né, sabe como é, ninguém nunca chama pelos dois nomes, sempre escolhe um, aquela preguiça de brasileiro, querer diminuir tudo, ai meus amigos, pais, familiares, vizinhos, todo mundo me chama de Analu - eu ria, meio nervosa, não sabia porque tinha agido daquela forma, queria parar e nao conseguia e descobri que para falar o meu nome eu tive que quase explicar a teoria do big bang. CAOS TOTAL Ele riu e a Gábi me olhava com uma cara de riso e de quem sabia o que estava rolando. ele disse: Tudo bem, se eu nao me perdi na história, é pra eu te chamar de Analu -risos- Bom, meninas, eu me chamo Felipe e - o seu telefone tocou o interrompendo. ele atendeu, falou pouca coisa e desligou. Felipe: Poxa, meninas, tá rolando uma festa na casa de um amigo meu, se vocês quiserem ir… Topam? A Gábi nem peeensou duas vezes e já foi dizendo sim e fazendo cara de pidona pra mim. Eu sei lá se meus pais deixavam, mas uma nova Ana Luiza estava nascendo e eu ia mesmo assim. Era a minha oportunidade de mostrar pro Felipe que eu não era tão idiota assim. E nós aceitamos, mas expliquei que deveria ser escondido. O Felipe disse que era craque nisso e logo ele nos ajudou a sair da casa e enfim CURTIR UMA NOITE DE VERDADE. No começo foi meio dificil, mas enrolamos fácil, o Felipe não havia mentido, tinha uma mente engenhosa e com aquela cara de safado deixava tudo mais complexo para mim. Tudo estava se tornando muito novo.
Gábi: Sabe, Analu, até que eu estou gostando de ter vindo. A casa é maneira, o tempo ta firme, vamos ficar bronzeada,cair na piscina, churrasquinho. Desculpa o meu mau humor no carro, mas é que eu queria ir à festa da Débora porque o Edu estaria lá.
Analu: ah, amiga, tudo bem! Eu até que me animei quando vi a casa -cara feliz- Mas, cara, esquece o Edu, ele já te fez sofrer demais, entenda que você e ele não cabem mais dentro de um mesmo relacionamento, nem que seja amizade. Vamos fazer o seguinte… eu e você vamos passar esse final de semana juntas e vamos esquecer o resto.
Gábi: Issooo aee. Senti firmeza!
Analu completou: é isso mesmo, afinal, segunda que vem começam as aulas, eu estou confiante que esse ano será diferente, vou viver loucas aventuras e conhecerei alguém especial.
Gábi: Loucas aventuras? Sua mãe nao te deixa ir nem na esquina. - gargalhadas- Realmente, vai ser muito arriscado para você ir até à padaria e comprar um picolé SOZINHA.
Analu: Quem disse que preciso que meus pais saibam cada passo meu?
Gábi: Agora você ta me assustando. Cadê a boa moça? Aquela que deve satisfação até do que come aos pais…
Analu: ela está aqui, porém mais astuta.
Gábi: Gostei de ver! Vamos pra piscina?
Analu: CLARO! Qual biquine você prefere? O estampado ou o dourado?
Gábi: O estampado, porque o dourado eu vou usar!
Analu: Claro, Gábi, eu te empresto, nao sei o porquê de voce ainda me pedir - cara de deboche.
Rimos e fomos nos trocar, era uma suite, o banheiro era imenso e muito, muito, muito bonito. Tinha até banheira. Um luxo que só!
Eu e a Gábi já estavamos prontas, colocamos uma saida de praia e quando íamos sair do quarto, abrem a porta. Era um menino, aparentava ter seus 18 a 19 anos. Até que era bonitinho, não era muito forte e nem muito magro, cabelo curto, negro, tinha a pele morena, um nariz tão delicado e uma boca tão desenhada que o tornava meio afeminado, mas de mulher ele não tinha nada. Ele usava uma bermuda preta e quando entrou no quarto nos olhou fixamente, depois ficou meio sem graça, acho que foi com o susto que tomamos. E logo ele passou a mão na cabeça, meio sem jeito, esfregou a outra mão na barriga, se esticou um pouco e disse:
Poxa, me desculpa, eu não sabia que vocês estavam aqui. Eu juro que sou mais educado e bato na porta, mas é que eu não sabia mesmo!
Eu: Calma, tudo bem! Estamos tão surpresas quanto você. A gente que está invadindo sua casa. - risos
Gábi: ta tranquilo. Você quer alguma coisa que esteja aqui no quarto?
O menino: na verdade quero sim. Vou pegar minha escova de dente, é que a minha pia ontem deu neura e ai eu to usando essa. Tem problema dividir comigo?
Nós rimos de sem graça e Gábi disse: Claro que nãão! A casa é sua.
e ele foi logo se apressando e nós também, afinal aquela situação me deixou meio zonza, sei lá o motivo. Assim que descemos as escadas a Gábi soltou a dela “meu Deus, ele tem uma cara de garoto safado que toda mulher gosta” eu apenas ri. Mas no fundo parecia que a Gábi tinha mais uma vez transportado o meu pensamento para as palavras. Foi bom saber que não fui a única que pensei isso, mas senti algo estranho ao ver a Gábi falando dele daquela forma, parecia um ciúme, não sei. Um sentimento de posse PASSAGEIRO.
Passaríamos aquele final de semana na casa dos amigos dos meus pais, parece que eles se conheceram há tempos, uma espécie de amigo de infância do casal. Era uma casa enorme, com piscina, dois andares, um espaço ótimo. Uma decoração impecável, diga-se de passagem.
Eu e a Gábi nos instalamos logo e no mesmo quarto, é claro. Os donos da casa nos recepcionaram absolutamente bem. Era um casal, na mesma faixa de idade dos meus pais. A mulher se chamava Clara, ela era um pouco gordinha, com olhos cansados, um cabelo meio mel, um pouco acima dos ombros, volumoso até demais. Usava um óculos que ficava um charme nela, se vestia como dona de casa, não se importava muito com a aparência, o que não a tornava feia. Pelo ao contrário, era uma mulher bem bonita.
O marido dela se chamava Jaime, ele já estava calvo e com uns fios grisalhos, tinha uma barba cerradinha e uma barriga que eu jamais deixarei meu futuro marido ter. Ele usava uma bermuda jeans e uma camiseta. Bem à vontade e não parecia se incomodar com a nossa presença. Ele recebeu meu pai como se não se vissem há anos.
Mauro: Falaaaaaa, camarada! - um aperto de mãos bem forte
Jaime: fala, meu irmão. Que saudadeeee! Faz tempo que eu o convido para vir à minha casa, nem esperava que viesse dessa vez. Nossa, não estou nem acreditando. - puxando-o para dar um MEGA abraço e foram saindo da sala e indo para churrasqueira. A minha mãe nos apresentou para Clara, que disse a bendita frase ”como você cresceu!” Aquele esquema de sempre. Ela nos apresentou a casa toda e logo ficamos à vontade.
Eu e Gábi resolvemos levar nossas coisas para o quarto, que era lindo, de hóspede e ao lado do nosso quarto ficava um outro, azulado cheio de coisas penduradas e uma zona, típico de menino, mas que até então não havia dado as caras naquele local.
E finalmente havia chegado o dia da viagem ou motivo do meu suicidio mental e a únicacoisa que me tranquilizava neste momento, foi que consegui convencer a Gábi de me acompanhar,afinal, amiga que é amiga ajuda nos momentos ruins e eu sempre fazia muito por ela, estava na horade ser recompensada. Parecia que aquele carro fedia de tanto que fazíamos cara feia. Eu para os meus pais e a Gábi para mim.Eu não sei porque ela estava tão revoltada em perder a festa da Débora. Acho que tinha algo que ela não tinha me contado, mas deixei pra lá, não deve ser nada de importante e deve estar relacionado ao Edu. -ódio mortal desse pilantra. O trânsito estava ótimo e fizemos até que uma boa viagem, apesar dos olhares e mau humor.Chegamos à casa e até nos animamos. Parecia que as coisas começaram a florir para gente e pude notar até que um sorriso cúmplice da Gábi para mim. E isso já removeu um pouco a culpa de ter metido ela naquela roubada.. ou não.
Ana Luíza liga para sua melhor amiga, Gabriela ou Gábi, para contar sobre a viagem…
Ana Luíza: Gábi, você não sabe o que aconteceu!!! - voz alterada.
Gabriela: Oi, Analu, tudo bem comigo sim, po! (y)
Ana Luíza: Aaaah, não enche, eu to desesperada demais para perder tempo com formalidades!
Gabriela: Tá bem, dona encrenca. O que aconteceu? Não consegue resolver qual problema de matemática?! - risos.
Ana Luíza: Matemática é o de menos agora - ri um pouco. O problema é que meus pais inventaram uma viagem agora, nas férias, nem me falaram nada antes, me pegaram de surpresa. Eu ODEIO coisas não planejadas, ainda mais com eles. Vai ser o FIM!
Gabriela: Ah, amiga…Olha o lado bom! Você vai viajar, conhecer coisas novas, ver gente nova, não reclama - ela deu um muxoxo.
Ana Luíza: Cara, você não está entendendo!!! Eu vou depois de amanhã e vou com os meus PAIS, sozinha, SEM NINGUÉM - eu estava com muita raiva.
Gabriela: Pera aí! - tom de voz mais alto. Depois de amanhã??? E a festa da Débora??? Aaah, isso não é justo…Você vai perde aquela balofa com um vestido de bolo - ela riu alto.
Ana Luíza: AAAH…Não me lembre disso! Mas sabe o pior?! O pior é para ONDE eu vou!
Gabriela: Ai, meu Deus, pra onde?
Ana Luíza: Iguabinha ¬¬
Gabriela: Ri alto DEMAIS agora. O que você vai fazer lá?
Ana Luíza: Boa pergunta. Amiga, amanhã nos falamos, tenho que arrumar as malas e pensar no que eu posso fazer para melhorar a viagem.
Gabriela: Tá bom, amiga. Boa sorte. Beijo!
Ana Luíza: Beijo!
_________ligação finalizada_________
Ana Luíza Mackenzie, mais conhecida como Analu, 15 anos. Uma menina de classe média alta. Corpo provocativo, cabelos longos, lisos e volumosos, nariz arrebitado, boca desenhada e muito bem contornada, olhos da cor de mel, arredondados, pele morena-índia, de estatura média, mãos finas de unhas esquisitas. Ela é um monumento aos olhos masculinos e uma rã gosmenta aos olhos femininos (é, inveja mesmo!). Mas além dessa beleza, ela é uma menina com muitos problemas e amoroso é um deles. Sua maior característica é ser indecisa e adivinhem só?! O que ela mais temia aconteceu, ela deve escolher entre dois caminhos que podem afetar drasticamente a sua vida.
Tudo começa em um viagem que ela realizará com seus pais…
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Lá você pode nos dizer se quer saber mais sobre a nossa história ou não.
Obrigada (:
Ana Luíza, Felipe e Gabriel vivem praticamente um triângulo amoroso. Durante uma viagem de férias com a família, Ana Luíza conhece Felipe. A princípio ele é só mais um que ela conheceu, mas com um tempo e com a ajuda do destino, ela percebe que existe algo muito forte entre eles. Mas como nada na vida é fácil, é simples, Gabriel entre por acaso em sua vida e faz com que ela passe a sentir algo por ele também.
Esse é o momento em que a dúvida e a curiosidade surgem…Felipe ou Gabriel? Qual dos dois conseguirá fazer com que o coração de Ana Luíza bata mais forte? Com qual dos dois ela ficará?
Nós três resolvemos escrever uma história e gostaríamos de compartilha-la! Mas para isso, precisamos de leitores, certo?! Então vamos fazer o seguinte…a cada post nosso, precisamos que comentem que querem saber mais, querem ler a próxima parte da história (isso se quiserem, claro!). Pode ser? Agradecemos desde já (: